
“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.” (Eclesiastes 7:2)
“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.” (Eclesiastes 7:2)
Ontem participei do funeral e sepultamento de uma amiga de infância.Desde que recebi a notícia do seu falecimento, fiquei pensando a respeito da vida e de como podemos desfrutar da presença de Deus aqui na Terra e influenciar pessoas a fazer o mesmo…
Uma das mensagens ministradas na cerimônia me levou as lágrimas, pois o Pastor falava sobre uma particularidade da nossa geração que é a falta de um relacionamento genuíno com Deus. Poucos são os que se preocupam com as coisas do alto. Nesse momento fiquei lembrando das pessoas que eu conheço que ainda não têm Jesus como Senhor de suas vidas e o que eu tenho feito para levar essa mensagem maravilhosa para eles…
Ninguém sabe o dia que o Senhor vai nos chamar pra junto d’Ele; e se for antes dos nossos pais, como aconteceu com a minha amiga, na flor dos 25 anos, recém formada no curso dos seus sonhos e com tantos planos pro futuro? A única certeza que temos é a de que estaremos com o Senhor, mas o dia e a hora não sabemos…
Como fala o versículo do início do post, um funeral costuma fazer as pessoas refletirem e como o coração encontra-se quebrantado pelo momento, creio que o terreno torna-se mais propício para receber a palavra. Muitos que se encontravam ali talvez não atendessem a um convite de participar de um culto, mas às vezes Deus usa essas situações para falar aos corações. A minha oração é que corações sejam quebrados e influenciados pelo exemplo de cristã que foi a minha amiga Suelen.Que a cada dia pensemos nas coisas do alto e que não seja preciso um funeral pra nos “acordar” para a realidade. Ao mesmo tempo não esqueçamos que a nossa casa não é aqui…









2 Comentários
que não seja preciso um funeral pra nos “acordar” para a realidade. (amém).
que todos os dias nosso velho homem seja sepultado em um funeral, para nos lembrar que nosso lar não é aqui.