
Estreando aqui no Apenas Música: Banda Pax. Diretamente de SP, com um som inconfundível, indiscutivelmente inconfundível (ficou tenso isso né?) e de muito bom gosto. Tentei definir como uma espécie de Hard Rock com tendências para as mais diversas vertentes do rock. No final das contas é apenas rock, mas um rock bem feito e [...]
Estreando aqui no Apenas Música: Banda Pax. Diretamente de SP, com um som inconfundível, indiscutivelmente inconfundível (ficou tenso isso né?) e de muito bom gosto.
Tentei definir como uma espécie de Hard Rock com tendências para as mais diversas vertentes do rock. No final das contas é apenas rock, mas um rock bem feito e bem trabalhado.
Quando escutei o trabalho deles, a primeira coisa que me veio à mente foi que não era apenas mais um EP. O trabalho, como um todo, é super bem feito. Quando vocês fizerem o Download, vão entender. Por mais que seja irônico, o que vou dizer, acreditem, não é Apenas Música.
Eles disponibilizaram todo um conteúdo no site para download, com um arquivo PDF que contém imagens temas das músicas e as suas letras. E algo que me deixou muito contente foi saber que a idéia deles em relação à música, cristianismo, mercado e outras coisas é mais ou menos aquilo que diversas vezes falamos ou pensamos por aqui.
Andamos trocando alguns e-mails e descolamos um entrevista com os caras da PAX em primeira mão (hehehe) que você confere logo abaixo.
Vanto à sonoridade do álbum eu me recuso a ficar aqui enchendo linguiça, mas adianto: Vale muito a pena baixar e conhecer o trabalho,as músicas e as letras. A gravação ficou muito bala (além do esperado para muitos EP´s por ai).
As letras não são apenas diretas ou indiretas, são pensadas;
O cd começa com a faixa 1.0 “Introduction”, a viagem mal começa e termina rápidamente com um Hard Rock bem eletrico, direto e pesado, um soco no meio da cara, é a entrada da 1.1 “Gates of Death”, fala sobre a vida de Jó, como seu sofrimento foi profundo e mesmo assim ele não amaldiçoou a Deus. E da mesma forma que ela começa, com uma explosão de energia, assim termina e entramos de cabeça no preludio sombrio 2.0 “The Price”, o som é um tanto que cybernético, algo sintetizado com um fundo tenso e pesado, um vento eletrônico em meio as pitadas de psy. Toda essa viagem é entrada para a música 2.1 “30 Coins” que é começa com uma extensão da introdução um tanto que pisico que a precede, e assim começa o rock novamente, o tema da música é uma conversa entre Judas e o inimigo sobre a traição após ter se vendido pelas trinta moedas de prata. Essa tem uma levada mais melódica, pesada porém melódica, me lembra bem de longe umas pegadas do ‘Rage Against’, a letra dessa faixa foi muito bem bolada.
E por falar em Rage Against vem a 3.0, sem anúncio, uma entrada estilosa e chegamos a “Fire Song” que é uma crítica a ‘evangelistas’ que vendem Jesus como um produto para o mercado, algo que não vemos acontecendo muito nos dias atuais certo? Seria irônico se não fosse catastrófico.
Muito vocal e guitarra nessa faixa, uma das que mais gostei. E se você achou o prelúdio 2.0 The Price sombrio, não viu nada até a 3.1 “Care Mess”, alguns recursos eletrônicos e mais psy, o legal de tudo é que ouvindo o cd do início ao fim, um tema vai dando continuidade ao outro que chama outra música e assim continuamente. A viagem continua em 4.0 que é a última chamada para a faixa que finaliza o EP. Com uma introdução clássica de hard rock, “Landslide” vem com tudo para finalizar o serviço. Essa música foi inspirada pelo último discurso de Martin Luther King Jr., realizado um dia antes de ser assassinado (os trechos que foram colocados durante a música tem autorização prévia da Intellectual Properties Management, detentora dos direitos de áudio – http://www.youtube.com/watch?v=o0FiCxZKuv8)
Enquanto você vai ouvindo uma prévia do EP (Fire Song) veja a entrevista que fizemos com a PAX.
[podcast]http://apenasmusica.net/wp-content/uploads/2009/08/1-05-3.0-FIRE-SONG.mp3[/podcast]
J.Monaco – A internet é nossa principal ferramenta de divulgação.
Nathan Bomilcar - Hoje, o principal meio de divulgação da banda é a Internet. Oferecer música de graça tem sido um bom atrativo para que as pessoas conheçam o trabalho. Construir e fortalecer essa rede de contatos tem nos dado oportunidades para participar de shows, eventos, festivais, etc. Existem bandas de muita qualidade sem muitas oportunidades de se apresentar e a internet é a forma mais eficaz para que isso aconteça. O perigo é que a banda pode ser tornar totalmente dependente da Internet e de meios digitais perder a intensidade de um show ao vivo
J.Monaco - O público brasileiro conhece o que eles tem acesso. No Brasil temos muitos internautas e caras ratos de lojas de discos ou músicos aficcionados que buscam música das mais variadas origens, entretanto os meios de comunicação em massa (Radio e TV) contribuem enormemente pra que as pessoas engulam qualquer troço pasteurizado e sem alma produzido por quem os banca. Obviamente é uma questão mais de sobrevivência dos meios e etc… mas é conveniente a muita gente, que as pessoas se percam em meio a um mar de informações inúteis e não entendam Arte. A Arte sempre veio como a expressão, crítica, na maioria absoluta dos casos, da visão de mundo do artista. Portanto acho que a saida é que a banda, as pessoas que a compõem, façam sua música com paixão e com vontade. Com algum objetivo além de viver de música. Não interessa se você toca mais rápido que não sei quem, ou melhor que aquele outro. Interessa que você toque do seu jeito, que você seja você…Muito se fala de Deus aqui, então entenda que a única coisa na qual, diante de Deus, você vai ser melhor do que qualquer outra pessoa, é ser apenas você mesmo. Eu pretendo ser o melhor José Antonio Monaco que eu puder. Não falo de música apenas, mas nos relacionamentos, na vida. Porque digo estas coisas? Ora, e não é de dentro que vem a música? Pô cara, se você acredita em alguma coisa, lute por isso. Se você tá numa banda, tenha certeza de que todos os que estão na banda vão lutar por isso. De outra maneira a banda tá condenada a se desfazer… e nessas ainda se perde amigos (uns bons, outros nem tanto), chances e o pior… se perde muito tempo.
Nathan Bomilcar - Os membros da banda frequentam igrejas diferentes. O Arthur (Vocais/Guitarra) e o Thiago (baixo) são membros ativos na Igreja Presbiteriana Unida, o J. Monaco (Bateria e Percussão) é membro da Vineyard Capital e o Nathan (guitarras/vocal) atualmente frequenta a Ig. Batista da Água Branca, em São Paulo. Todos começaram a se interessar pela música tocando na igreja. Graças a Deus encontramos incentivo das famílias e das igrejas para desenvolvermos o trabalho com a PAX, mas sabemos que a situação no Brasil hoje não é muito fácil para os músicos. Infelizmente algumas comunidades ainda enxergam a música de forma limitada e segregada (“do mundo, secular” X “cristã, santa”). Confunde-se também música feita por cristãos com música gospel. Na opinião da banda, “Gospel” no Brasil é apenas um segmento do mercado fonográfico, que encontrou clientes dentro das igrejas, o que nesse caso nos classifica como algo não-gospel.
J.Monaco – Pois é. Eu gosto quando o Nathan fala, porque ele sabe ser polido. Eu não vou dizer o nome que eu costumo usar pra me referir ao “Mercado Gospel”, mesmo porque, a palavra gospel, como marca, é patente da Renascer,e se é de homem não é de Deus. Mas cara, somos apenas 4 amigos que tem uma banda e que são cristãos, consequentemente isso vai aparecer nas letras e tudo mais. Esse negocio de ministério, pra resumir é assim: Se você é cristão e não é um missionário, você é um impostor. Se você é ministro do Senhor, Vive por seus costumes (não fuma, não bebe, não isso, não aquilo), mas se sente melhor do que quem faz essas coisas “abomináveis” e não consegue dar um abraço em alguém que precisa, você é um impostor… ah, e é bem babaca também. Procuramos ser o menos babacas possíveis; Embora a gente não consiga sempre, a gente se esforça pra ser o menos hipócrita possível e esse é o nosso maior ministério.
J.Monaco – PAX, do latim, Paz… Alguns definem a paz como um breve periodo entre guerras; a outros, a palavra remete a ideia de calmaria. Seja em qualquer um destes, e das outras inumeras interpretações da palavra, entendemos que paz é algo que nossa espécie tem tanta facilidade em definir quanto por exemplo Amor,ou seja, é algo muito dificil de definir. Embora não haja uma definição que possa explicar a totalidade do que é paz, os traços de paz que nos são revelados na vida, e momentos que nos trazem conforto, são o suficiente para identificarmos a existencia da paz e até são o suficiente para fazer com que pessoas ao longo da história tenham desistido de tudo para persegui-la. Buscamos paz porque sabemos que o caminho da paz é “O Caminho” que nos leva a Deus. Buscamos a paz, porque buscamos o Amor. E o amor não tem fim, porque nunca começou; Deus é Amor.
J.Monaco - Bom…No principio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo… e ai alguns amigos de Perdizes (São Paulo – SP) resolveram que era hora de gritar o que pensavam. Eles gostavam de Rock e viu o Senhor que isso era bom. (risos) E o Arthur te conta o resto da história. O Arthur e o Dillor tinham uma banda que se chamava R-37, com uma galera bem boa lá da Ig. Presb. Unida. Eles precisaram de um batera, e uma amiga nossa, a Deh, me apresentou. Eu os ajudava esporadicamente, e em 2004 eu acabei ficando praticamente sem bandas; algumas tinham acabado, outras dado um tempo. Ai logo depois que eu comecei a tocar com eles, o Gee Rocha, que hoje integra o Nx Zero, se juntou conosco e então eramos cinco. Tinhamos um tecladista absurdo de bom chamado Finão (alem de ser um bom amigo, ele é ótimo para animar festas infantis e tocar em cantinas italianas), que acabou nos deixando (mas ele tá sempre conosco), e depois de um tempo o Gee também não pode mais, por motivos óbvios. Ai eu lembrei de um amigo de infância, que tocava muita guitarra, que era amigo da minha familia há muitos e muitos anos e que até brigava comigo na escola! Bom, o Nathan é o cara, então entrou pra banda. Essa é nossa história bem resumida. Nos chamamos PAX desde 2004. Tem uma história meio lado B, onde éramos seguidores do deus maça e ai um dia um velho deu coca-cola pro Nathan e desde então nós passamos a ver o mundo com os olhos do Nathan…Mas a gente sempre devolve porque ele precisa dos olhos pra ler e pra trabalhar pro Bill Gates.(Rs)
Nathan Bomilcar - Temos projetos e estamos trabalhando neles. Seria precipitado fazer qualquer anúncio aqui, mas algo nos diz que quem fizer o download do nosso EP “Prelude” no site oficial (www.paxband.com) terá uma grata surpresa. :)
J.Monaco - verdade! E fora isso estamos também trabalhando num novo album; desta vez, um completo.
J.Monaco - Cara… eu piro em Arrigo Barnabé, Terreno Baldio, Raul Seixas e Demônios da Garoa. Mas pra não dizer que eu só compro disco em sebo, eu preciso muito dizer que o André Abujamra é um gênio e que eu curto demais as seguintes bandas: Montecristo, TFDT, Medulla, Jumbo Elektro, Navalha, Matanza, Guga Machado, qualquer trampo do Renato Galozzi, Luis Lopes e Gustavo Alvarado, porque eles detonam, e Projeto Caixa Preta ( mas sou suspeito pra falar dessa, ok?! =) ).
Arthur Zarpelon – Costumamos deixar o processo de composição aberto para qualquer membro da banda se sinta a vontade para se expressar e expor suas ideias. Damos preferência para temas que envolvam experiências pessoais. Falamos do que vivemos e aprendemos (ou do que ainda não aprendemos). Enfim, coisas que nos constituem como seres humanos e que fazem parte de nossas vidas. Em relação a influências e referências nas composições, isso se dá bastante em cima de bandas que ouvimos. Embora muitas vezes um pouco distante de nossa linha de pensamento, compositores desde Trent Reznor (Nine Inch Nails), Maynard James Keenan (Tool, A Perfect Circle), Scott Ian (Anthrax) e Nikk Sixx (Motley Crue, Sixx A.M.), Warren Haynes (The Allman Brothers Band, Gov’t Mule), Brian Welch Head (Head, ex-Korn), Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), entre outros. Admiramos bastante a linha de raciocínio desses caras e como eles se expressam/referem ao que estão falando.
J.Monaco – Nossas referencias literárias são variadas mas nosso firme fundamento é aquele bom e velho livro de capa preta. A Bíblia é o livro mais fantástico do universo. Mas também gostamos do Bukowski, do Saramago e do Agostinho. Acho que seria uma burrice terrivel fechar os olhos para caras como eles que tem uma visão um tanto quanto peculiar de mundo. Agora além de grandes homens de nosso tempo como Rev. Dr.Martin Luther King Jr., nos inspiramos também em pensadores cristãos como o Dr. Francis Schaeffer. Sim, referencias literárias também deveriam incluir os caras que o Arthur citou logo acima, e obviamente incluimos nessa lista outras figurinhas como o Neil Fallon, Neil Peart, Steven Wilson e aqueles loucos do Mastodon que são demais. Já o processo criativo… é completamente intuitivo.
Nathan - Na maioria das músicas, gravamos as idéias iniciais (riffs na guitarra) e desenvolvemos essas idéias em ensaio, depois escrevemos as letras. Os temas são inspirados em coisas que temos lido e vivido, não poderia fugir muito disso. Todos tentam participar do processo de criação da música. As Escrituras Sagradas são uma grande fonte de inspiração para as letras, pois as mesmas apontam para o Cristo. “Gates of Death” por exemplo, foi inspirada em Jó.
J.Monaco - Outros idiomas?! Claro! Eu mesmo tava escrevendo umas músicas num dialeto Sikh de Punjabi… mmm… não. Mentira. Na real Ingreis é o que resolve nosso problema hoje. De fato, combina muito mais com o que fazemos. Muito mais. Nossa lingua portuguesa é uma safadinha quando se trata de fazer rock’n'roll. As vezes funciona… e às vezes aparece alguma coisa tipo Engenheiros do Hawaii. Ingreis é Mejor.
Nathan Bomilcar – Conhecemos através do Twitter, o passarinho tagarela. O trabalho do site é ótimo, pois é um espaço para conhecermos novas bandas de muita qualidade. Não parem esse trabalho!
J.Monaco – Pode crer! Obrigado!
J.Monaco – Crianças, guardem o napalm… e quem não ouvir PAX é a mulher do padre. http://www.paxband.com =]
Arthur - Nosso e-mail para contato – pax@paxband.com. Para shows, necessitamos de lugar que comporte som (bem) alto, caso haja interesse, é lógico! Valeu pela oportunidade e pelo espaço!
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PAX – PRELUDE (EP)
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Artist……………: PAX
Album…………….: PRELUDE (EP)
Genre…………….: Rock Duro Y Heavy
Source……………: CD
Year……………..: 2009
Ripper……………: EAC (Secure mode) / LAME 3.92 & Asus CD-S520
Codec…………….: FhG
Version…………..: MPEG 1 Layer III
Quality…………..: Insane, (avg. bitrate: 320kbps)
Channels………….: Stereo / 44100 hz
Tags……………..: , ID3 v2.2
Information……….:
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Tracklisting
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1. (00:00:17) PAX – 1.0 INTRODUCTION
2. (00:03:24) PAX – 1.1 GATES OF DEATH
3. (00:02:18) PAX – 2.0 THE PRICE
4. (00:03:58) PAX – 2.1 30 COINS
5. (00:03:20) PAX – 3.0 FIRE SONG
6. (00:01:47) PAX – 3.1 CARE MESS
7. (00:02:24) PAX – 4.0 WEHAVADREAM
8. (00:04:47) PAX – 4.1 LANDSLIDE
Playing Time………: 00:22:15
Total Size………..: 52,80 MB









23 Comentários
E de longe…se viu a esperança.
Gee…volto depois pra comentar melhor dessa banda.
bom conhecer isso.
existe música bem feita por cristãos no brasil. além disso, existe rock.
poww… véi.. depois da autentica critica à musica atual … nós achamos um pouco de qualidade no brasil…. kkkkkkkkk… sinistro isto … acho que até minha velhice vou ver muita coisa… ^^ … bom post..
eitaa… tava ouvindo ali… mas tipo é bem parecido com outros trabalhos que jah ouvi… porem porem… tem uma qualidade audivel de cara na primeira musica… viajei na “Fire Song” legalzinha… mas logo em seguida vem a “Care mess” que eh soh uma jogatina eletronica … simplificando…. esta banda.. enquadra nas criticas do texto “A musica está chata!” . …. nice Up .. ^^
A banda eh animal, e os caras são raros…. e adoro a Gates of Death!!! rsrs
Cara, falei pro Andy, só pela conversa deu vontade de conhecer o som dos caras… rs banda com opinião forte e sabe do q fala.. Deus abençoe vcs o/
Apesar de não ser o estilo no qual mais me identifico, mas dá para notar claramente a qualidade da banda. Essa proposta de misturar estilos do rock com elementos eletrônicos mostra a sua preocupação em fazer algo mais aprimorado resultando num clima bastante ‘urbano’. Sem falar em todo o trabalho de arte que a mesma produziu, encarte digital, wallpapers, etc. Totalmente excelente. Bons instrumentais, ótimos vocais, além de letras maduras e inteligentes! Destacaria as faixas “Gates of Death”, “Fire Song” e “Landslide”.
De fato é uma banda que nos faz ter orgulho não só pela qualidade de produção, mas pelas fortes idéias de seus integrantes. Com certeza será uma banda que navegará com bastante prestígio no cenário “underground” cristão.
Sucesso em Cristo, galera!
Cara… tem umas respostas bem doidas…
Muito fueda a entrevista!!!
Parabéns PAX’s members!
Abraços do matusa..
o trabalho é muito bom, e nem precisa falar aqui, ja fiz no post.
e vale lembrar, record de audiencia do AM por post ate hoje, 201 views ate a metade do dia. PAM. hehe
Voltei: realmente só a Fire Song é uma música boa…pena!
Mas muito bem tocada e muito diferente. No resto, é só resto mesmo.
Ainda assim, resta uma esperança.
fino fino .. to quase decorando a “fire song” ….
A qualidade da gravação está ótima. Os riffs são muito bons também, simples e diretos… acho que o segredo está na simplicidade!
Parabéns à banda!
belo post e entrevista Breake, eh isso o AM ficando inportante, fazendo entrevista, eh isso ae, dominação mundial eminente xD
Eu sou suspeita pra falar sobre a Pax…
Admiro demais o trabalho deles e não só isso, os caras têm caráter.
Pra quem não os conhece dá pra sentir isso nas letras e como as músicas são trabalhadas nos mínimos detalhes.
Tenho orgulho de vocês, meninos!
Adorei a entrevista!
=]
Link tá off! =\
E aí Igor, o site tá em manutenção e em breve vai ter um conteúdo novo e o link pra download do EP vai funcionar… enquanto isso vc pode ouvir as músicas no no MySpace – http://myspace.com/paxmusic
Valeu!
agora sim! :) link funcional.
acabei de testar, o link antigo era http://paxband.com/download e tava dando erro, ai fucei la achei o link novo hehe, agora é http://paxband.com/prelude/download
ja ta atualizado no post =D
Rock feito com responsabilidade e seriedade. Isso redunda em qualidade. Pax tem essa qualidade. Sobre a entrevista? Ótima. Lembraram até de Francis Schaeffer… O ponto que me entristeceu um pouco, foi a declaração de um dos integrantes quando, ao falar de seus músicos favoritos, citou Raul Seixas. Não entendi… Raul Seixas é a antítese de quase tudo que seja cristão. Mas é apenas minha opinião pessoal. No mais, parabéns ao Pax e, principalmente, ao Apenas Música… mais uma vez!
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